- Cebola, o tradicional remédio caseiro preferido das mães. Quem nunca deixou meia cebola na mesa de cabeceira de uma criança resfriada? Pois, acredite ou não, a cebola funciona como um broncodilatador natural. Desse modo, vai permitir que seu filho respire melhor. Outro excelente broncodilatador é a folha de eucalipto, que pode ser mergulhada em água para vaporizar.
- Chá de gengibre com mel e limão, a estrela do inverno. Se a dor de garganta não passa, não há nada melhor que essa infusão. Melhor ainda quando combinada com mel e limão. Esse poderoso trio é um remédio natural infalível no inverno. Não é para menos, já que o limão é um antioxidante importante e bactericida, e o mel um antisséptico. Por sua vez, o gengibre, limpa as fossas nasais, regula a temperatura corporal e é um ótimo expectorante.
- Leves batidas após o vapor do banho. Uma outra variante para aliviar a tosse do seu filho é bater suavemente nos pulmões da criança depois de um banho com vapor. Lembrar que, nesse caso, as batidas devem ser realizadas com a mão na forma de uma colher.
- Massagem nos pés com pomadas de mentol. Com certeza você conhece essa técnica. Consiste simplesmente em passar a pomada na planta dos pés do seu filho antes de dormir. Dessa maneira, ocorre certa dilatação bronquial que vai fazer com que seu filho respire melhor.
Olá a todas e a todos, sim porque tenho fé que para além da mamãs também os papás vão marcar presença por aqui... Criei este blogue porque afinal de contas sou mãe de dois filhos extraordinários, ela com 9 anos e ele com seis, acreditem que é uma aventura desde o dia 19/4/2009 dia esse em que recebi nos meus braços a minha filha Maria e percebi no primeiro momento que a vi que a minha vida tinha mudado por completo, tanto a nível físico, como mental ou até mesmo organizacional... Todas nós grávidas do primeiro filho achamos que temos que comprar tudo, fazer tudo e dar tudo, exageramos claro que exageramos, ou por falta de experiência ou até mesmo por falta de noção da realidade. Lembro-me que da minha filha Maria comprei demais, fui cautelosa demais, fui extremista e até com um nível de proteção muito acima da média, não pensei que percebi isso poucos meses após o seu nascimento, claro que não, percebi isso quando nasceu o meu filho António dois anos depois, quando percebi que ...
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